sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O pó dos tempos...

A superficialidade acentua a falha.
Falha o humanismo entre iguais.
Um bom dia ao abrir a porta, um sorriso.
Falha interesse sem ser por interesse.
Uma mão estendida, ou uma porta aberta.
Na superficialidade do dia-a-dia sobrevive a míngua.
Diminuta do ser e do crer com a potência do não.
Não sei… não vi… não quero…
Mas que mundo é este?
Onde tudo o que parece importar se fechado na mão;
se desfaz em pó!


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...