sábado, 27 de agosto de 2016

Falta-me a força…

Falta-me a força à boca da noite,
na iminência que a luz se apague…
Falta-me uma quimera arredia.
Corre atrás de outra fantasia.
E chora!

Não sabe a razão mas chora!
Quem sabe pela coragem perdida.
Pela vontade vendida.
Quem sabe…

Falta o que sempre falhou.
Nem sequer é novidade.
Então: porque me falta a força?
Se na calada da noite:
Encontrarei a paz que o dia negou…


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...