quinta-feira, 12 de maio de 2011

Tristeza

Não peças para voltar atrás
Passos incertos o que são
Talvez bola de algodão
Eu sei que sou mordaz

Não peças um fechar de olhos
Muito menos negação
Não volto à aflição
Que trás fartos novelos

Nem sei se tenho pena
Lamentos para que servem
A tristeza é uma tarde
Onde despontam as nuvens
Mais vale
Chorar agora
Ir em frente, ir embora
Tristeza não é estandarte
Desfraldado a hora certa

É uma nuvem que passa
Dando asa à descoberta.


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...