sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Manhã

O ar da manhã
Trás saudade
Com ele odor
A pele
Trás o som
Dos passos
Que a dor repele
O sabor
De um beijo quente
No ar presente.

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...