terça-feira, 28 de outubro de 2014

Rapina...

De todos os poemas tramados.
Que solto no vento que uiva…
Uns são restolho pisado!
Outros, trincheira escancarada!...
Alguns: são merda gerada!
Por isso: descreio galanteio.

Ou não fosse a minha vaidade.
Mastro que ergo onde quero.
Melomania do meu ego.
Passos dobrados a preceito.

De todos os poemas tramados,
que solto numa valeta.
São gente da terra, suada.
São brio e tramóia…
Dores de partos… gerados…
Numa odisseia sem estória!
Acima de tudo brocados.
Orgulhosamente roubados.

Ao meu coração… que chora.