domingo, 20 de novembro de 2016

Quero ser menina...

E agora que tenho a chuva como aliada.
Deixa que me atreva ao amor, sem pudor…
Ou receio que me aches tresloucada.
Talvez me atreva a vestir os versos de cor…

Convido ao prazer desta tarde chorosa.
Deixa que vista o dia de pirilampos, por favor.
Deixa que pense em ti… Quero ser menina
sem hora marcada, sem medo ou dor.

Neste dia de chuva, talvez omita a guerra.
Quero fingir que as borboletas são eternas.
Vou desenhar nas nuvens a primavera!

Traçarei flocos de neve e uma épica luzerna…
Onde tu e eu seremos tal qual açucenas.
Enquanto a paz transparece da alma.




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