terça-feira, 1 de novembro de 2016

Tudo passa...

Apetece neste dia de sol envergonhado
O pregão a castanhas assadas. O cheiro da rua,
 passear mão na mão, olhos nas esquinas,
em busca de sorrisos e gestos prazenteiros.

Apetece o teu cheiro, romã madura.
Água-pé, até um café em pires de prata.
Peço ao dia um pouco de tudo isto.
Numa ilusão tresmalhada.

O que são saudades senão aventurança.
Longe ou perto o tempo é movimento…
Tudo passa… só não passa a lembrança!






Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...