terça-feira, 13 de setembro de 2016

Em busca das borboletas…

Sou pequena demais, um grão de areia…
Perdido e vencido num tempo sem ré.
Ou uma insignificante e vazia colmeia.
Uma onda sem praia, muito menos maré…

 Mesmo assim, tenho medo da maré cheia!
Leva tudo a reboque em ruidoso lamiré.
Sinto-me idêntica ao fumo que volteia,  
numa antiga e abandonada chaminé.

Logo hoje, quando a chuva lavou as ruas!
Ao caminhar mais leve pelas calçadas;
senti que o tempo é sempre matreiro…

Corre igual a corsa ferida, temerário!
Não entendo; se é do meu imaginário…
Ou se corro em busca das borboletas.


Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...