sábado, 11 de abril de 2015

Em Comunhão...

Ao sabor de uma aguarela tudo é divino!
Até a falta do teu abraço fica mais leve.
Tudo… até o que desliza em desatino,
se assemelha no reboliço a branca neve.

Relembro o mar, na areia és um menino!
Que brinca com bolas de sabão, acontece…
Aos meus olhos um festim campesino.
Onde os sentires são música que enaltece…

Uma escrita alinhada na imaginação,
de uma valsa dançada p`la tua mão.
E lá adiante num tempo de cerejas…

Eu e tu… tu e eu… Em comunhão!
Passeando de mãos dadas e o coração.
Ora o coração…Navega nas palavras!

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...