Bravia…
Sabes porque me pesa o indeciso
De um pensamento
Que juro não ter
Quase sempre é conciso
Que insisto em não ver
Sabes porque te sei
Os caminhos paralelos
Na meninice encontrei
Mas a vida é matreira
O Alentejo é enorme
Portugal é ribeira
Por onde a poesia morre
Sabes porque me pesa o indeciso
Então segreda-me a meia luz
Diz-me que o país avança
Que a canga lhe foge e a cruz
Sabes
Sinto uma falta crescente
De me sentar à mesa
De ter uma franca conversa
Dos velhos
Do vermelho e do verde
Sabes
Estou tão distante dos passos
Que te adivinho um dia
Desbravando análogos
De uma saudade bravia
segunda-feira, 18 de julho de 2011
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