segunda-feira, 25 de julho de 2011

A pergunta

A noite sufoca o grito
Ar pesado
Que relembra saudades
Infinito nos olhares
Em que me perco
Estão baços
Pela ausência
De gestos
Porque me embrenho
No desconhecido
A pergunta
Repentina
Que assola
O meu espírito
Vadio.

Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...