segunda-feira, 25 de julho de 2011

A pergunta

A noite sufoca o grito
Ar pesado
Que relembra saudades
Infinito nos olhares
Em que me perco
Estão baços
Pela ausência
De gestos
Porque me embrenho
No desconhecido
A pergunta
Repentina
Que assola
O meu espírito
Vadio.

Queridos leitores e amigos. Este espaço nasceu em 2010, como tal, a lista de leitura está a tornar-se extensa, oito anos é muito tempo, sã...