terça-feira, 5 de julho de 2011

Conversas com o amor (I)

Procuro tudo o que não encontro
Nas tuas mãos sob a minha pele

Procuro a sombra almejada
Num simples pedaço de papel

Quando me olhas é como se desconhecesses
A força vital que me trás átona

E eu rio, rio sem graça
No meu riso amarelo uma dor se afunda

E as tuas mãos mantém o rumo certo sem dar por nada.

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...